Vazamento é registrado na Refinaria Abreu e Lima
- Allan Procópio
- 27 de ago. de 2019
- 2 min de leitura
Coordenador-geral do Sindipetro-PE, Rogério Alves, afirma que vazamento é de óleo e chegou à parte externa da refinaria. CPRH foi acionada nesta terça-feira (27).

Um vazamento foi registrado na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), no Complexo de Suape, no Grande Recife. Segundo o coordenador-geral do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Petróleo de Pernambuco (Sindipetro-PE), Rogério Almeida, o vazamento é de óleo e atingiu área de mangue. A Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) informou que enviou uma equipe ao local nesta terça-feira (27). O Complexo de Suape afirmou, por meio de nota, que o vazamento foi identificado na tarde da segunda-feira (26) e que está acompanhando a situação junto com a CPRH. "Segundo informação da Rnest, trata-se de efluente oleoso, não inflamável, cujo ponto de vazamento já foi eliminado. A refinaria trabalha agora para contenção e recolhimento do óleo", apontou no texto. Dois trechos da via expressa que corta o complexo industrial e portuário foram interditados, para que o serviço de sucção possa ser realizado. "As causas do vazamento serão analisadas tanto por equipe multidisciplinar da Rnest quanto pela CPRH, órgão de controle ambiental que está adotando as medidas necessárias", disse ainda a nota de Suape.

"Esse vazamento ultrapassou o limite da Refinaria e caiu aqui no mangue, nas margens da via que segue para Porto de Galinhas. Os caminhões [da Rnest] estão tentando recolher esse óleo", afirmou o coordenador-geral do Sindipetro. Segundo ele, barreiras de contenção foram colocadas para evitar que a substância atinja mais áreas de mangue.
Bacia de Campos
Um vazamento de óleo residual de um navio foi identificado na Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro, pela Petrobras. Um sobrevoo, na segunda (26), constatou presença de óleo no mar, com volume estimado em 6,6 mil litros, além do vazamento identificado e já recolhido de 1,2 mil litros, divulgado na sexta (23). Segundo a estatal, o vazamento foi causado por conta de trincas no casco de um navio da empresa Modec.
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