AVC e suas motivações
- Lílian Ribeiro
- 11 de jul. de 2019
- 2 min de leitura
O AVC é a quarta doença que mais mata no Brasil e é a que mais causa incapacidade no mundo. Existem dois tipos de acidente vascular cerebral: o isquêmico, que é quando um coágulo bloqueia o fluxo sanguíneo no cérebro, e o hemorrágico, causado pelo rompimento de um vaso.
Apesar do nome ‘acidente’, o AVC é o desfecho de uma série de fatores de risco que podemos controlar e que agridem ou sobrecarregam os vasos do órgão que comanda nosso corpo, o cérebro.
•Algumas coisas que pode
provocar:
Muito sal
açúcar e gordura
sedentarismo
diabetes e pressão descontrolados
fumo e estresse.
O excesso de trabalho tem sido associado à diversos problemas de saúde, especialmente mental, como stress crônico, ansiedade e depressão. Agora, novo estudo indica que fazer muitas horas extras aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC).
Não foi comprovado que o trabalho uma relação direta entre o trabalho excessivo e o risco de AVC, a equipe acredita que a associação possa ser explicada pelo tipo de trabalho, como trabalhos noturnos ou muito estressantes
Os pesquisadores descobriram também que esse risco parece ser maior para indivíduos com menos de 50 anos de idade. A descoberta foi uma surpresa, já que a população com maior propensão a sofrer AVC está acima dos 65 anos. A equipe acredita que os resultados do estudo explicam porque pessoas estão desenvolvendo a doença cada vez mais cedo.
Cérebro pode curar doenças?
O cérebro pode ser treinado para curar as doenças que o acometem. Cientistas brasileiros acabam de apresentar uma técnica de treinamento cerebral capaz de modificar as conexões neuronais em tempo recorde. O trabalho, publicado na Neuroimage, abre o caminho para novos tratamentos para o acidente vascular cerebral (AVC), a doença de Parkinson e até a depressão.
O cérebro se adapta a todo momento – um fenômeno conhecido como neuroplasticidade. Essas mudanças na forma como funciona e conecta suas diferentes áreas são as bases do aprendizado e da memória.
Uma das ferramentas que vem sendo utilizadas para compreender melhor essas dinâmicas é o neurofeedback. Assim é chamado o treinamento do cérebro para modificar determinadas conexões.
O estudo dos neurocientistas do Instituto IDOR de Ensino e Pesquisa e da UFRJ mostrou que o treinamento é capaz de induzir essas modificações em menos de uma hora.
Para fazer o trabalho, os cientistas contaram com 36 voluntários que se submeteram a exames de ressonância magnética. A atividade neuronal captada no exame é transformada em imagens apresentadas em computadores de acordo com a intensidade. Os voluntários acompanhavam as imagens em tempo real, aprendendo a controlar a própria atividade cerebral.
Fonte: Portal G1
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